De luz quando chegar a noite, o teu corpo é um círculo de silêncio quase,
Mel,
Quase, primavera.
Depois, de luz quando chegar a noite, o livro despede-se da chuva, é só um abraço na boca do sol,
E a palavra manhã quase janela, não tem nome, é o poema que voa sobre o teu cabelo, mas
A minha sombra está na tua mão, mas
O rio é um disfarçado malmequer pincelado de encarnado desejo, e que o teu corpo seja a primeira lágrima da minha biblioteca...
De luz.